sexta-feira, 5 de março de 2010





Marcos Pensa em aposentadoria



É um pensamento que tenho por conta da minha condição física. Tenho problema no ombro, no joelho', explica o goleiro do palmeiras, que admite ir para a reserva.


Parreira convoca África do sul para jogos no BRASIL


Os primeiros integrantes da delegação africana chegarão ao Brasil no próximo domingo, quando seguirão para a Granja Comary, em Teresópolis (RJ), onde fica o centro de treinamento da seleção brasileira.


Alexander, "o Grande", põe à prova apelido e história de superação em unificação


Devon Alexander não ganhou o apelido de “Alexander, o Grande” por acaso. Aos 23 anos, apenas, já ostenta 19 vitórias e nunca perdeu como profissional. Campeão dos meio-médios ligeiros, ele encara seu maior desafio neste sábado, para provar sua fama e sua história de superação, fugindo do crime, das drogas e até da morte.

Em Uncasville, Connecticut (EUA), Alexander subirá ao ringue contra Juan Urango, também campeão da categoria. Promovido por Don King, o norte-americano ostenta o cinturão do Conselho Mundial de Boxe, e tentará arrebatar o título da Federação Internacional, do colombiano Urango.

Além da habilidade no ringue, Alexander mostra superação, um ponto em comum com tantos campeões do boxe. Ele começou no boxe aos sete anos, quando um ex-delegado da divisão de narcóticos de Saint Louis (Missouri) passou a treinar 30 crianças em uma estação policial abandonara.

Kevin Cunningham, seu técnico até hoje, tinha como intenção tirar os garotos da miséria e do mundo de violência e drogas. Uma década e meia depois, fez um campeão do mundo, “usando o boxe para salvar algumas almas”, como ele próprio definiu à Sports Illustrated.

Daquelas 30 crianças que começaram a treinar, nove delas morreram e cerca de uma dezena foi parar na prisão. Outras estão perdidas pelas ruas e seu irmão Vaughn, também pugilista, cumpre 18 anos de detenção. “Entre as crianças, ele foi a única que sobrou”, disse Cory Spinks, amigo do pugilista.

Copa do Mundo de Futebol Feminino

O Torneio


O torneio reúne 16 seleções femininas a cada quatro anos, para competir pelo campeonato mundial feminino desse esporte. A Copa do Mundo de Futebol Feminino surgiu como idéia dos delegados da FIFA durante a Copa do Mundo de 1986 no México. Um dos mais famosos momentos do torneio e talvez da história do esporte, foi quando Brandi Chastain tirou sua camisa e deslizou de joelhos, mostrando seu sutiã esportivo na comemoração de um pênalti convertido que decidiu a final contra a China em 1999.

As Copas do Mundo das Mulheres de 1999 e 2003 foram ambas celebradas nos Estados Unidos; em 2003 a China deveria sediar a competição mas foi movida por causa da epidemia de SARS. Como compensação, a FIFA manteve a classificação automática da China para a edição de 2003 e o país asiático será a sede da edição de 2007.

Foi decidido em novembro de 2007 que a próxima Copa do Mundo de Futebol Feminino será realizada em 2011 na Alemanha. A FIFA estuda a proposta de aumentar o número de participantes de 16 para 24 na próxima edição.